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1º Pirâmide – Americana. May 13, 2013

Filed under: Coluna - Saúde — Re @ 11:20 pm

piramide alimentar americana

Aqui segue o resumo sobre a pirâmide:

 

Base: Pães, cereais, arroz e massas (6 a 11 porções).

2 degrau: Legumes e verduras (3 a 5 porções)  & Frutas ( 2 a 4 porções).

3 degrau: Leite, iogurte e queijos (2 a 3 porções) & Carne, feijões, nozes, peixes, aves e ovos (2 a 3 porções). 

Topo: Gordura, óleos e doces (consumir moderadamente).

 

 

Erros da pirâmide:


“Gordura faz mal”. Errado, nem todas, a gordura insaturada encontrada em azeites e peixes por exemplo faz bem.

 

“Carboidratos fazem bem”. Errado consumir mais carboidratos aumenta os níveis de triglicérides e níveis elevados de triglicérides também estão associados a alto risco de doenças cardíacas.

 

 

A pirâmide corrigida ficaria assim:

 

Coma carne (gordura saturada)com moderação.
Como peixes, oléos (gordura insaturada)a vontade.
Evite biscoitos, frituras e margarinas (gorduras hidrogenadas)com toda a sua força.

 

Tudo comecou quando em 1992, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentou oficialmente o Guia da Pirâmide Alimentar, com a intenção de ajudar o público a fazer opções dietéticas que manteriam a saúde e diminuiriam o risco de doenças crônicas.

 

 “As recomendações logo ficaram famosas: as pessoas deveriam diminuir o consumo de gorduras e óleos, mas comer de 6 a 11 porções diárias de alimentos ricos em carboidratos complexos – pão, cereais em flocos, arroz, massas, etc. A pirâmide alimentar também recomendava quantidades generosas de verduras, legumes (inclusive a batata, outra fonte abundante de carboidratos complexos), frutas e laticínios, e pelo menos duas porções diárias do grupo das carnes e feijões, que incluía a carne vermelha ao lados das aves, peixes, nozes/castanhas, legumes e ovos.”

 

Importante citar que essa pirâmide foi equivocadamente construída e que ela tem vários erros.

 

“ A idéia de que se deve evitar a gordura nasceu em grande parte de observações de que os países ricos do Ocidente têm alto consumo de gorduras e elevados índices de doenças cardiovasculares. Mas essa correlação limita-se à gordura saturada.

 

Infelizmente, muitos nutricionistas chegaram à conclusão de que seria difícil educar o público para essas sutilezas. Resolveram transmitir uma mensagem simples e clara: “Gordura faz mal”.

 

Como a gordura saturada representa cerca de 40% de todas as gorduras consumidas nos EUA, o USDA considerou que defender uma alimentação com baixo teor de gordura reduziria naturalmente o consumo de gordura saturada.

 

Quando a pirâmide alimentar estava sendo construída, o norte-americano típico obtinha
40% de suas calorias da gordura,
cerca de 15% das proteínas e os restantes
45% dos carboidratos.
 

 

 

Os nutricionistas não queriam recomendar um consumo maior de proteínas porque muitas fontes de proteína, como a carne vermelha, também são ricas em gordura saturada.

 

Portanto, o mantra “Gordura faz mal” levou ao corolário “Carboidratos fazem bem”.

 

As diretrizes alimentares da Associação Americana do Coração (American Heart Association) e outros grupos recomendavam que as pessoas obtivessem pelo menos metade de suas calorias dos carboidratos e não mais de 30% das gorduras.

 

Esse limite de 30% ficou arraigado entre os nutricionistas,
Mas nenhum estudo demonstrou benefícios de longo prazo que podem ser atribuídos diretamente a uma alimentação com pouca gordura.
 

 

 

O limite de 30% de gordura foi tirado do nada.

 

Além disso, passar a consumir mais carboidratos aumenta os níveis de triglicérides (as moléculas componentes da gordura) no sangue, provavelmente por causa dos efeitos sobre o sistema endócrino do corpo. Níveis elevados de triglicérides também estão associados a alto risco de doenças cardíacas.

 

Os efeitos são mais intensos quando uma pessoa passa da gordura mono ou poli-insaturada para os carboidratos. Os níveis do colesterol ruim se elevam, enquanto os níveis do colesterol bom diminuem, piorando a proporção.

 

Mas substituir a gordura saturada tanto por gordura mono-insaturada quanto poli-insaturada melhora essa proporção, e é de se esperar que diminua o risco de doenças cardíacas.

 

As únicas gorduras que são significativamente mais perniciosas que os carboidratos são os ácidos graxos trans-insaturados – as gorduras hidrogenadas – que são produzidos pela hidrogenação parcial de óleos vegetais líquidos, o que faz com que eles se solidifiquem.

Encontradas em muitas margarinas, bolos, biscoitos e frituras, as gorduras hidrogenadas são particularmente ruins para a saúde porque aumentam os níveis de colesterol ruim e triglicérides, ao mesmo tempo em que diminuem a quantidade de colesterol bom.”

Caso queira ler o texto na integra clique na “fonte” .

 

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